domingo, 20 de junho de 2010
Um pouco mais de respeito, por favor.
Chuva lá fora e solidão aqui dentro, meu dia já não estava muito bom, mas sempre tem como piorar, né? É incrível como existem pessoas que não se preocupam nem um pouco em pesquisar ou se informar sobre o assunto que vão falar e não percebem (ou percebem, sei lá) o tamanho das inverdades que estão falando e como, mesmo se tratando de mentiras, isso pode magoar profundamente outras pessoas que nunca pensaram em magoar ninguém. Existem coisas que simplesmente acontecem e não é questão de escolher ou de preferir, elas são características que fazem parte da pessoa e deveriam ser respeitadas por todos. LIBERDADE, palavra que faço questão de destacar. Ser livre não é falar o que se pensa, ser livre é ter responsabilidade ao falar sua opinião, é saber que tudo é passível de ser dito desde que não magoe outro indivíduo. Ser livre é saber usar a liberdade que nos é delegada, é saber sermos nós mesmos sem interferir no direito do outro ser diferente. Não menos importante que isso é a IGUALDADE entre todos, independentemente daquilo que se faz, da onde se mora ou de qualquer outra coisa que nos diferencie. As diferenças movem o mundo e deveriam ser usadas somente como modo de criar a identidade pessoal de cada um e não como fator de qualquer tipo de exclusão. FRATERNIDADE, mais do que tratar o outro como irmão, é saber conviver e se unir em busca de um bem maior. É esquecer as eventuais divergências e lutar por um amanha melhor, lutar pelo futuro daqueles que nem pensam em chegar. Posso ter citado diversas coisas, mas poderia ter resumido tudo em uma só palavra: Respeito. Não é aceitação, apoio ou entendimento, é RESPEITO. Faço também questão de escrever em letras maiúsculas e em negrito porque é através dele que transformaremos o mundo em um lugar melhor, com mais paz e menos tristeza, um mundo aonde todos poderão sorrir e afirmar sem medo: eu tenho orgulho de ser quem eu sou.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
somente momentos (outubro de 2009)
Momentos, somente momentos explicam cada fase da vida. Sentada no mesmo lugar, com o mesmo nome, mesmo coração e olhos que agora sentem de forma diferente. Quase um ano passou e eu mudei, amadureci com os erros e emoções que tanto pensei durar para sempre. Não duram, são efêmeras a ponto de não passarem de segundos dispersos nas horas que insistem em passar. Como perceber que a chegada do fim é na verdade a chegada de um início que promete novas perspectivas, boas ou ruins.
A exigência dessa inexistência..
Procuramos respostas. Talvez elas não existam. Provavelmente, só existam perguntas que insistem em exigir esta inexistência. O mundo é feito de meras suposições e pensamentos equivocados, uns mais outros menos, mas todos errados. Claro que problemas existem, é inegável, mas o problema existe a partir do momento que o pensamos. O que quero dizer é que a maioria dos problemas são tão somente coisas pensadas de forma não realística ou, talvez de forma muito realística. A grande parte deles não existe, pois são criados pelos que tem tempo ócio e provavelmente não fazem mais nada da vida, a não ser achar problema onde não tem. Mas porque fazer essa coisa sem sentido? Simples, para humilhar os supostos problemáticos e afirmar as suas próprias imbecilidades como comportamentos normais.
Acrescente coragem ao seu vocabulário...
A vida possui momentos aonde o inexplicável acaba por se explicar e tudo aquilo que julgamos impossível de ser feito, se faz sozinho. No compasso ritmado da batida forte do doente coração, as palavras vão sendo escritas, quase que por vontade própria e se firmam no papel na tentativa de entender o que aconteceu desde o primeiro momento que te vi. Demorou, mas consegui pronunciar o som que estava já havia tempo guardado dentro de mim e que nada mais fazia do que conturbar minha já conturbada mente. Essa é a prova de que nem tudo aquilo que se imagina que irá acontecer, realmente acontece e, as vezes, isso pode ser muito bom. Estou acrescentando coragem ao meu vocabulário...
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