terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Gente, tem post no meu novo blog, se divirtam:


www.subaoitoandares.wordpress.com/2013/01/11/my-hope-is-green

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

NOVO BLOG

Gente eu resolvi que vou mudar meu blog de plataforma, o blogger tava deixando meus posts muito bagunçados e o wordpress me proporciona a criação de um menu mais organizado e limpo. É difícil pra mim mudar afinal se despedir de alguém que a gente gosta sempre é. Mas enfim, acho que vai ficar mais fácil assim tanto pra mim como pra quem lê. 

Algumas considerações: 

1. Ainda não sei se vou acabar com esse blog ou parar de postar ou excluir, ele tem um grande valor sentimental pra mim e não consigo deixá-lo assim fácil.
2. Eu realmente espero conseguir progredir ao mudar de plataforma.
3. Qualquer crítica ou sugestão me procurem, por favor.
4. Espero que todos os meus seguidores e apreciadores daqui vão, aos poucos, se integrando com o novo blog.
5. Moro no oitavo andar, por isso o nome (antes que alguém venha me perguntar rs).
6. Sem meus leitores esse blog não seria nada, portanto, muito obrigada, de verdade.
7. Conheçam o meu novo "filho", espero muito que curtam :)

                     

                                              http://subaoitoandares.wordpress.com/

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Existem livros e neles moram os versos

Existem livros e neles moram os versos.
Versos que cantam puros e encantadores amores;
Versos que versam por versar ou somente dizem das dores.
Existem livros e neles moram os versos.
Versos que surgem da alma dos escritores;
Versos sentidos pelo coração dos leitores.
Desses versos que lê sou eu o escritor e verso o que for.
Desses versos que lê sou escritor e verso eu e você, verso palavras de amor.
Existem livros e neles moram os versos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Quando descobri a vírgula

Estava na sétima série quando a conheci. Lembro exatamente da sensação de querer usá-la em todas as pausas que apareciam durante a leitura dos meus textos. Eu vim do interior e lá não existem vírgulas, as pausas são naturalmente presentes nas falas e não se faz necessário demarcar aonde se deve pausar. Cidade pequena, pacata, aonde as vírgulas não são objeto de estudo e muito menos são necessárias, pois a calma e a pausa já imperam nos dias dos que ali residem. Vive-se, no interior, uma grande sucessão de vírgulas não demarcadas que estão ali presentes em toda sua aparente transparência. Todavia, ao final da minha quinta série, vim para a capital aonde as vírgulas são necessárias e rigidamente demarcadas. Não sabia usá-las por nunca precisar e demorei cerca de um ano para realmente aprender. Minha professora uma vez chegou e disse “Márcia, as pausas são as vírgulas que demonstram”. A princípio não entendi, mas a correria da metrópole me mostrou o quão necessárias se fazem esses pequenos momentos de interrupção. Esses momentos de respiro e observação. O que seria dessa correria insana se não fossem as vírgulas? Quando aprendi, queria usar de maneira incessante e quiçá errônea, simplesmente por paixão. Admito aqui meu amor pelas vírgulas, pelos momentos de pausa que um simples “risquinho” abaixo da linha pode proporcionar. Amo-as talvez não desde o primeiro momento, mas desde que aprendi sua magia, desde o dia que verdadeiramente descobri a vírgula.

sábado, 27 de outubro de 2012

Sem nem pensar


Sem nem pensar
Seu sorriso só me faz querer te amar
Seus olhos lindos quando brilham só pra mim
Os pensamentos e vontades sem fim
Destino, sorte, acaso, nem sei
Sem sua presença minha vida perderia tudo isso que hoje sei;
Ganhei
Ganhei teus olhares, teus beijos e, quando peguei sua mão,  
Espero ter começado a ganhar, aos poucos, seu coração
Assim foi comigo, desde sempre
Sabia
Iria te encontrar fosse noite ou fosse dia
Te amo
Amo diferente, talvez com mais sabedoria e pode parecer clichê
Mas, no meu mundo, desde aquela noite, só cabe eu e você.

sábado, 22 de setembro de 2012

Reflexão

Hoje passei o dia introspectiva e resolvi ler minhas postagens antigas no blog e isso me fez chegar a diversas conclusões e uma delas foi de que o tempo faz a gente mudar de opinião e sentimentos. Por isso, escrevi esse texto, espero que gostem.

Primeiro amor é diferente. Diferente porque é novo e inesperado. Porque sempre que vemos algo novo não sabemos lidar com isso, somos almas vulneráveis e estáticas em relação a essa novidade. Diferente e, como um brinquedo novo, quando somos crianças, que precisamos experimentar- quase sempre de maneira incorreta. Precisamos dessa sensação em nossos olhos, mãos e ouvidos quando, na verdade, acabamos por perceber que tudo que deveríamos fazer é sentir com nosso coração e pensamento. O amor nunca é igual, existem amores que ferem, os que nos acalmam, os que nunca foram amor. A questão do primeiro amor é que ele nunca é definitivo. Nunca dura e sempre dói (dói mais que qualquer outro). Ele é o primeiro, o que nos ensina o maior número de coisas, o que nos faz cair por vez primeira. Por esses tantos motivos, não o esquecemos e nem devemos esquecer. Por esses tantos motivos o chamamos de primeiro, porque passa. E pelos mesmos motivos, os outros amores são mais reais, porém, nunca mais inocentes e delicados do que nosso primeiro.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Chuva

A chuva não é serena; é tempestade que se forma avisando a chegada da primavera. Vida calma que contrasta com as trovoadas. Vento que aqui dentro se evidencia pelo som das suas fortes e soberanas rajadas. 
Segue o barco, quase que literalmente, inundações vem e vão, vão e vem. Deixando em todo seu transtorno suas marcas de sabedoria.
Chuva que um dia passa, mas sempre volta. Que dá lugar ao brilho, ás vezes quente, as vezes gélido, do impetuoso sol. Mas que tem como destino retornar e novamente em água se transformar.
Chuva, metonímia dos dias negros dessa vida.