segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

just live and let be (pretend that you care)

Just live and let be, believe in you heart, left all your troubles behind and find your own way cause tomorrow is gonna be today

Think about all the smiles we share, pretend that you care but don’t choose the past and if the future forgot to show or our love did not grow, just remember: you’ll find your way cause tomorrow is gonna be today

Love all the breaths that I took, you changed me just take a look and if life passed us by please don’t be sad it’s just another goodbye, believe me you’ll find your way and when you realized tomorrow is already yesterday

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Not a good time

You never knew what you wanted with me and I was always trying too hard to make you see, lost the count of times I invited you to be a part of my life and your answer was always no, no, no…

Right now it’s not a good time to meet your friends, right now it’s not a good time to take your hand, right now is not a good time to do this or that and I still remember you saying it was too soon to be my girl

In the other hand you used to talk about commitment, the thinks I shouldn’t do in order to keep up with you, always saying that I must tell the truth and not make a mess with your feelings, but do you really wanna talk about trust?

Cause I can say with proud that I dive deep down in this crazy ocean of love, can you say the same? Am I the one to blame?

You never knew what you wanted with me and I was always trying too hard to make you see, lost the count of times I invited you to be a part of my life and your answer was always no, no, no…

I can’t kiss you in this crowd, I can’t hold you now, I can’t let people know that we are together, believe it is better, I can’t say that I love you, not right now…

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sabe?

Sabe quando você espera algo e essa pessoa supera suas expectativas? Quando você percebe que aquele olhar realmente te pertenceu? Quando você consegue ser espontâneo e as vezes até meio retardado, porque você sabe q a pessoa vai entende-lo do seu jeito?Quando voce age da forma mais tosca e recebe em troca um sorriso? Quando você segura a mão dessa pessoa e o mundo para, mesmo que por alguns segundos e só depois percebe que o resto do mundo continua ali? Era assim que me sentia quando estava ao seu lado...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

o sentimento vazio que pensamos ser completo

O amor é algo tão vazio, sentimento solitário que a deixa pensar em uma só e quando acaba só traz desprazer. Não foi surpresa não querer mais. O surpreendente foi um dia desejar. O beijo que me fazia flutuar começou a somente vago sentimento trazer; o abraço que me levava para outro mundo virou um comum gesto que não mais conseguia me transportar. Nada parecia me fazer lembrar o porquê de querer estar ao seu lado e do porque que era bom tocar a sua mão e ouvir sua voz suavemente chegando aos meus ouvidos enquanto nos abraçávamos noite a dentro. A angústia dessa falta de sentir e querer, era imensurável e a tristeza tomava conta de todos os meus pensamentos, foi quando descobri o significado de dizer adeus. Agora não sei se escrevo enquanto choro ou choro enquanto escrevo, mesmo sabendo que continuar seria engano, é triste ver o fim do que pensava iria durar.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Somente palavras

É incrível como as palavras podem machucar mais do que qualquer gesto físico. A raiva por não poder fazer nada a respeito é o que me enraivece por completo. Sei que de nada adianta brigar em uma luta perdida, de nada adianta fracas palavras solitárias em meio a tantas outras poderosas frases de ódio que me são ditas. Tento ainda encontrar a força suficiente para relevar tais atos, pensar que essas mesmas pessoas que me julgam por ser feliz e aceitar quem eu sou ainda não conseguiram achar felicidade suficiente para perceber que aquilo que importa é se sentir completo; é achar alguém que te faça sentir capaz de qualquer ato; é achar alguém para se amar independentemente dos defeitos, qualidades, humores e diferenças. Achar a pessoa certa para essa vida errada e ser feliz assim, do lado de quem se ama não interessando o que o irão pensar a respeito disso.
Pode parecer improvável que o que escrevo mude o jeito de pensar e agir do mundo, nem é isso que eu quero. Mas é que o escrever me liberta. Afinal, são essas insensatas palavras jogadas ao vento que me fazem escrever e me fazem tentar melhorar o que a esperança já não mais é capaz de acreditar ser passível de melhora.

domingo, 26 de julho de 2009

CONSIDERAÇÕES ANTES DE LER O DIÁLOGO QUE SEGUE:

@ Eu criei isso um tempo atrás durante uma conversa de msn hehehe, foi algo de momento.Na real, eu nem lembro o que desencadeou a minha imaginação e me fez escrever.

@ Infelizmente, ainda não tive a coragem pra protagonizar uma cena deste tipo aqui em casa.

@ Os nomes são todos criados, entao se o seu nome estiver ai é simples coincidência, aloka.

@ Só leiam agora, desculpa por toda essa bobagem falada antes. Ah antes que eu me esqueça pessoas já reagiram de formas diversas a leitura do mesmo, o que quero dizer é que tu rir e teu amigo chorar é completamente normal.


- Mãe, pai eu quero falar com vocês pode ser?
- Ah, minha filha, não me diz que ta grávida!
- Não mãe, não to.
- Graças a Deus.
- Quem grávida? Tu minha filha? Quem é o idiota que te fez isso?
- Não pai, que droga eu não to grávida quero falar, é importante. Sentem os dois!
- Ta minha filha o que?
- Eu sou gay.
Após um longo silêncio minha mãe fala:
- Gay? Ai que horror, não minha filhinha, eu quero netos e um genro!
- Mãe, tu vai ter uma nora, te contenta.
- Não, não, não. Diz que é uma fase, por favor!
- Claro que é uma fase, imagina minha filha lésbica, Bianca. Nunca!
- Não é uma fase po###, eu sou LÉSBICA, que coisa!
Minha mãe aos prantos fala:
- Fora da minha casa agora sua doente, depravada! E só volta quando mudar de idéia! A propósito quem te fez virar “sapata”? Já sei, foi a tua amiguinha do futebol. Viu Ernesto? Eu falei para não deixar ela jogar, mas não, tu deixou viu no que deu a tua teimosia?
E meu pai, como que em um ato de desespero diz:
- A culpa não foi minha, é tu que incentiva ela a fazer amizades com as gurias do colégio! Mesmo assim, vou arranjar um casamento pra ela agora... Tu acha que o filho do José serve? Eu sei que ele é meio feio, mas é bem feminino... Ô meu amor, responde!
Gritei como uma louca em meio a toda aquela cena digna de cinema:
- A culpa não é de ninguém, não há nada de errado comigo eu só não vou ter um namorado, só isso. Eu posso ser feliz com outra guria, eu sou saudável e posso amar alguém, assim como vocês deveriam se amar. Entende? Pelo amor de Deus, pelo menos eu não sou encalhada que nem a Antônia...
-Eu só sou encalhada porque gosto! - Fala minha irmã surtando.
- Tu não põe Deus no meio disso, ele não aprova as tuas sandices... Para de chorar e me diz qual o número do José, rápido antes que não de mais tempo!
Foi assim que aconteceu, mas o que poderia eu esperar de duas pessoas como meus pais? Que aceitassem a minha orientação e quisessem conhecer a pessoa que eu amo independentemente do sexo? Pois é, um dia eu tinha que contar então, antes tarde do que nunca. Com o tempo eles irão entender, tenho certeza, mas antes disso já me expulsaram de casa e...

-Minha filha, te acorda já ta atrasada pra escola. Anda, anda! Teu pai vai sair em quinze minutos!

Ufa! Era só um sonho!

sábado, 18 de julho de 2009

Linda menina de cabelos pretos e de olhar intrigante, distante de tudo e de todos parecia não estar em meio aquela loucura que era a sala de aula. No lado oposto ao meu, eu vi seu olhar e por motivos não conhecidos quis falar com ela, ser amiga ou talvez mais, sei lá o que pensei naquele momento, só sei que me teve desde que meus olhos foram capazes de perceber sua existência.
Duvido existir sujeito ou “sujeita” capaz de desviar minha atenção, olhava sem querer olhar, talvez disfarçasse porque ela namorava e era hétero. A questão é que era impossível não perceber e não desejar tudo de mais perfeito com ela. Queria poder tocar, beijar, mais que isso, eu queria ser o motivo de seus sorrisos tímidos, da alegria triste dos seus dias de chuva e da tristeza alegre dos seus dias de sol. Desejava tê-la em meus braços e poder chamar de minha para todos que se interessassem em ouvir. Desejava-a, simples assim.
Poder sentir, mas não poder concretizar me matava por dentro. Parecia que era incapaz de transformar em realidade o que povoava meus sonhos corriqueiramente. Não dormia sem pensar em querer. Na outra manhã, me sentia envergonhada de olhar e pensar “coisinhas” sobre ela, pior era lembrar o que eu havia sonhado. Culpa? Não, não era isso. Era meu jeito tímido que não me deixava raciocinar de maneira clara para que eu pudesse ter a certeza que um sentimento verdadeiro, em qualquer instância, jamais deve gerar culpa. Sim, devia ser isso. O que mais seria? Era isso, definitivamente.
A mania de não acreditar em mim mesma devia ser tratada imediatamente. Não que eu seja descrente do fato de que alguém possa vir a sentir um “sentimento” por mim, já sentiram. É que quando preciso da auto-estima ela não precisa de mim, ou algo assim. Eu acredito mesmo é no poder de um momento, momento esse que é único. Uma fração de segundos onde tudo parece sucumbir para outro planisfério, como se o mundo esquecesse de que mundo é. Em outras palavras, o poder que mude o imutável e que, principalmente, te faça querer arriscar mesmo sabendo dos riscos.
O que acontecia com meus pensamentos que pareciam querer voltar inexoravelmente àquela menina? Que havia ela feito ou, o que havia nela para me fazer “perder a cabeça”?

sábado, 20 de junho de 2009

O pensar e o Agir

Para que se preocupar com o tempo se o tempo nada é? Não adianta nada pensar nas horas se nelas nada fizermos, é inútil existirmos sem realmente sermos. Tantas vezes relembramos momentos por imagens e, talvez por desleixo, nos esquecemos de renová-las para que possamos mais uma vez imergir no inerte saudosismo.
A recompensa do amor calado, um olhar que fala mais do que as bocas podem ver. Pensar só serve para nos mostrar o quanto tememos agir, ou quantas dúvidas possuímos sobre o negar ou não daquilo que sentimos. Porque não decidir sobre te querer ou não? Amar-te ou não? Calados amamos, quem amamos calado não ouve o silêncio do que não pronunciamos e, talvez, calados nos amem também.

A cegueira dos que enxergam

As pessoas olham para as outras sem realmente vê-las, elas enxergam exatamente o que desejam enxergar. Como pode alguém julgar o certo e o errado, a propósito, o que é certo e o que é errado? Não ver aquele que não é tão parecido como igual é uma fraqueza, não é uma questão de aceitar porque a aceitação é facilmente forjada através de um cínico sorriso, a questão é respeitar aquilo que não lhe é semelhante.
Andando pela rua, as pessoas olham como que julgando você, mas se mesmo aqueles que você conhece raramente tentam realmente te conhecer porque aqueles que não fazem parte da sua vida iriam tentar? Ou ao menos pensar que talvez o jeito que você aparenta fisicamente pode não ter nada a ver com seu interior?
Quando uma pessoa é gay ela revela apenas uma parte do seu ser. Resumindo, a orientação sexual não determina o existir do indivíduo, pelo menos, não somente ela determina. É necessária uma conjunção de outros fatores paralelos que, em conjunto, formam a grande e, muitas vezes, inexplicável gama de características que faz com que cada homem como indivíduo se torne único e detentor de características semelhantes, porém nunca iguais ao de qualquer outro.
Mas do que adianta eu e minha enormidade de palavras que, talvez, um dia, formem frases e livros estar falando sobre como devemos agir diante do outro? Provavelmente, de nada adianta, mas se nada adianta talvez adiante porque se fazer nada ou escrever podem ser comparados em termos de inutilidade, então prefiro eu esquecer do nada e fazer o tudo que for possível.