Gente eu resolvi que vou mudar meu blog de plataforma, o blogger tava deixando meus posts muito bagunçados e o wordpress me proporciona a criação de um menu mais organizado e limpo. É difícil pra mim mudar afinal se despedir de alguém que a gente gosta sempre é. Mas enfim, acho que vai ficar mais fácil assim tanto pra mim como pra quem lê.
Algumas considerações:
1. Ainda não sei se vou acabar com esse blog ou parar de postar ou excluir, ele tem um grande valor sentimental pra mim e não consigo deixá-lo assim fácil.
2. Eu realmente espero conseguir progredir ao mudar de plataforma.
3. Qualquer crítica ou sugestão me procurem, por favor.
4. Espero que todos os meus seguidores e apreciadores daqui vão, aos poucos, se integrando com o novo blog.
5. Moro no oitavo andar, por isso o nome (antes que alguém venha me perguntar rs).
6. Sem meus leitores esse blog não seria nada, portanto, muito obrigada, de verdade.
7. Conheçam o meu novo "filho", espero muito que curtam :)
http://subaoitoandares.wordpress.com/
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Existem livros e neles moram os versos
Existem livros e neles moram os versos.
Versos que cantam puros e encantadores amores;
Versos que versam por versar ou somente dizem das dores.
Existem livros e neles moram os versos.
Versos que surgem da alma dos escritores;
Versos sentidos pelo coração dos leitores.
Desses versos que lê sou eu o escritor e verso o que for.
Desses versos que lê sou escritor e verso eu e você, verso palavras de amor.
Existem livros e neles moram os versos.
Versos que cantam puros e encantadores amores;
Versos que versam por versar ou somente dizem das dores.
Existem livros e neles moram os versos.
Versos que surgem da alma dos escritores;
Versos sentidos pelo coração dos leitores.
Desses versos que lê sou eu o escritor e verso o que for.
Desses versos que lê sou escritor e verso eu e você, verso palavras de amor.
Existem livros e neles moram os versos.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Quando descobri a vírgula
Estava na sétima série quando a conheci. Lembro exatamente da sensação de querer usá-la em todas as pausas que apareciam durante a leitura dos meus textos. Eu vim do interior e lá não existem vírgulas, as pausas são naturalmente presentes nas falas e não se faz necessário demarcar aonde se deve pausar. Cidade pequena, pacata, aonde as vírgulas não são objeto de estudo e muito menos são necessárias, pois a calma e a pausa já imperam nos dias dos que ali residem. Vive-se, no interior, uma grande sucessão de vírgulas não demarcadas que estão ali presentes em toda sua aparente transparência. Todavia, ao final da minha quinta série, vim para a capital aonde as vírgulas são necessárias e rigidamente demarcadas. Não sabia usá-las por nunca precisar e demorei cerca de um ano para realmente aprender. Minha professora uma vez chegou e disse “Márcia, as pausas são as vírgulas que demonstram”. A princípio não entendi, mas a correria da metrópole me mostrou o quão necessárias se fazem esses pequenos momentos de interrupção. Esses momentos de respiro e observação. O que seria dessa correria insana se não fossem as vírgulas? Quando aprendi, queria usar de maneira incessante e quiçá errônea, simplesmente por paixão. Admito aqui meu amor pelas vírgulas, pelos momentos de pausa que um simples “risquinho” abaixo da linha pode proporcionar. Amo-as talvez não desde o primeiro momento, mas desde que aprendi sua magia, desde o dia que verdadeiramente descobri a vírgula.
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